Moodboards, how I love thee! Let me count the ways…

Penso que o termo moodboard esteja particularmente ligado ao mundo da moda e sirva para classificar o processo de brainstorming visual que antecede a definição e a produção de uma determinada coleção.

Sendo uma rapariga com uma vocação particularmente visual, apercebo-me que sempre construí moodboards e lamento profundamente ter deitado ao lixo os manuais escolares desatualizados em que nos idos anos 80 colei muitas imagens recortadas de jornais e revistas.

Antes dos 12 anos, quando ainda não era cool, estes repositórios estavam cheios de fotografias e artigos sobre bandas como os Duran, Duran, os Police ou as mais insignificantes saídas à rua da princesa Carolina do Mónaco! (Eu sei, eu sei, “atirem-me água benta!”, como diria o Reininho.) As coisas melhoraram um bocado a partir daí, graças aos amigos que ouviam Echo and the Bunnymen, aos namorados que deliravam com os Smiths e aos irmãos mais velhos que enchiam a casa de revistas como a Photo ou os Cahiers du Cinéma! (Muitos pontos acima, como se pode ver!)

Chega de conversa de mole!Moodboard1

Isto tudo para voltar à máquina de tricotar e a um projeto pessoal. Este: pôr na máquina o fio da Ovelha Negra, o Victoria, e criar uma camisola para mim que me leve de volta aos anos 40, de onde eu nunca devia ter saído.

Work in progress. Ou, para os amigos, WIP!

***

I assume the term moodboard is particularly connected to the fashion world and is used to classify the visual brainstorming process that precedes the definition and production of a particular clothing line.

Being the visual girl that I am, I realized that I have always built moodboards and I deeply regret throwing away the outdated school books I’ve used back in the 80s as a sticking board for images recovered from newspapers and magazines.

Before I was 12, when I still wasn’t cool, these collections were full of photos and cut outs about bands like Duran, Duran and Police and the most insignificant street ventures of Princess Caroline of Monaco! (I know, I know, “throw holly water on me”, like the Portuguese 80s star, Rui Reininho, would say.) Things improved a bit from then on, thanks to friends who listened to Echo and the Bunnymen, boyfriends who loved the Smiths and older brothers filling the house with magazines like Photo or Cahiers du Cinéma! (Many more points scored here, as you can see!)

Enough small talk!

All of this to go back to the knitting machine and a personal project. This one: use Ovelha Negra’s latest bet – the yarn Victoria – to produce a sweater that will take me back to the 1940s from where I should never have left.

Work in progress. Or, between you and me, WIP!

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